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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

PROJEÇÃO E PARANOIA - sinais dos tempos, em todos os tempos
Texto da profa. Eliane Oliveira - 09/10/19 


Eu penso que você pensa que eu penso.
Eu sei que você sabe que eu sei que você pensa.
Eu tenho certeza de que você quis dizer o que penso que você disse.
Eu vi que você agiu pensando que eu sabia que você pensava que eu pensava que você sabia.
Você ainda não sabe que pensa,
mas eu sei o que você pensa sem saber que pensa.
Você ainda não sabe o que sente,
mas eu sei o que você sente sem saber que sente.
Eu não penso isso,
mas como todos pensam que eu penso,
então não sei mais se penso o que pensava que pensava,
ou se penso o que pensam que eu penso.
Eu não sinto isso,
mas como você pensa que eu sinto,
então não sei se sinto o que sinto que sentia,
ou se penso que sinto o que sinto
mas, na verdade, sinto o que você pensa que eu sinto.
É confuso para entender quando se lê?
Pode crer: é mais confuso ainda dentro do seu ser.
Pode-se enlouquecer com suposição.
Alucinação.
Obsessão.
Projeção.
Perseguição.
Da mente.
Doente.
Desvairada.
Devaneada.
Pára!
Meditação.
Olhe para seus fantasmas.
Qual é a sua assombração?
O que lhe é tão assustador?
A cura é não projetar no outro o que lhe causa pavor.
Quanto mais o outro o aflige e o incomoda,
mais é você quem você vê nele,
sem ver que é você mesmo, e não ele.
O outro é um termômetro para sua cura.
Quando perceber que está pensando o que ele está pensando,
Volte-se para dentro
e interrompa a loucura.


"Não vemos as coisas como são. Vemos as coisas como somos" (Anais Nin).

domingo, 29 de setembro de 2019


CASA DO SANTO – 28/09/19
Texto da profa. Eliane Oliveira













 
O velho pai de santo do terreiro de umbanda. Ele também era o dono da loja. Casa do Santo. Era o nome. Um ficava perto da outra. Só atravessar a calçada. Um grande pilão na porta, ao lado de estátua da Pomba Gira, do Exu e da Iemanjá em tamanho adulto. Cestas, velas, ervas. Atabaques e chocalhos. Tapetes de palha. Vasos de barro. Conchas do mar. Barquinhos de madeira. Cocares de índio. Chifre de boi. Cheiro forte de incenso. Um altarzinho no alto da parede dos fundos com Jesus de braços abertos e coração manifesto, iluminado por uma lampadazinha aos seus pés. Um balcão feito com estrutura de madeira. Vitrine que apresentava aos clientes delicadas miçangas, anéis, colares, brincos, tiaras. Acima do balcão, um baleiro de vidro, igual o da “balas de leite kids, a melhor bala que há” – quem tiver mais de 40 anos saberá do que estou falando. Prateleiras com dezenas de outros produtos, dentre os quais estavam os potes com quebra-queixo. Quebra-queixo é um doce feito de açúcar caramelado e pedaço de coco dentro. Não quebra o queixo coisa nenhuma, mas gruda no dente quando se mastiga. Deve ser daí o nome. Conheci quebra-queixo naquele dia. Tinha uns nove anos.

O moço da Casa do Santo me viu chegando ao seu balcão. “Moço, quero uma caixa de fósforo”. Ele me lembrava o Tio barnabé do Sítio do Pica Pau Amarelo. Senti a força dele e do lugar desde a entrada. Espiritualidade da floresta. Silêncio. Encantamento. Ancestralidade. Preto-Velho. Amoroso e preocupado, quis saber “Pra que eu precisava de fósforos?”. “São pra minha mãe”. Ela, que é católica e de família católica praticante de longa linhagem de católicos, não só não viu problema algum em que sua filha comprasse fósforos na loja em que se vende artigos de umbanda e candomblé, de quem o dono e vendedor era o pai de santo do terreiro da esquina, como deu preferência que eu lá fosse, ao invés da padaria, dos botequins e do mercado do bairro. Tudo bem que a Casa do Santo era um pouco mais perto da minha casa. Mas, se sua leitura católica seguisse dogmatismos e preconceitos, possivelmente uma postura de rejeição e desprezo imperaria, e sua orientação teria sido que eu me afastasse da Casa do Santo em qualquer hipótese, inclusive para comprar fósforos, mesmo que tivesse que ir mais longe. Dito de outra maneira, reconhecer a Casa do Santo como loja significava também reconhecê-la em sua dignidade religiosa, mesmo que, daquela religião, minha mãe não compartilhasse. É estranho que se tenha que enfatizar isso. Mas é preciso. Sobretudo em tempos em que, sob sombria inconsciência, há quem identifique tudo o que é diferente de si mesmo como inimigo. E, em nome de Deus, chega-se até ao extremo de querer seu extermínio.

É bom que se lembre e nunca se esqueça que religiões brasileiras de matriz africana, desde a escravidão, foram demonizadas e agredidas pelas instituições religiosas tradicionais dominantes e perseguidas pelo Estado. Para rezarem para seus orixás, sem serem violentados, tiveram que cultuá-los implicitamente em imagens de santos católicos. Ao longo da história, mantiveram-se no subterrâneo, acompanhando o exílio de seus sujeitos, lançados às margens da sociedade após uma abolição só no papel. Favelas. Periferia. Rejeito. Nova Senzala. Mas, apesar dessa exclusão estrutural, resistiram, em nome do sagrado e da memória de seus antepassados. Essa altivez era vista fortemente na Casa do Santo. Parte da vizinhança menosprezava-a, chamando-a genericamente de “casa de macumba”, ao que o velho pai de santo, orgulhosa e pacientemente, corrigia: “É ‘Casa do Santo’”.

Depois de me vender os fósforos, dirigiu-se até os potes de quebra-queixo. Encheu a mão com um punhado deles e me deu. O docinho pequenininho embrulhadinho com celofane. Recebi e agradeci com sorriso de criança quando vê doce. Selamos uma amizade. Ou melhor, recordamos uma amizade antiga e sempre havida do Preto Velho (mestre, sábio, vô) com o Erê (discípula, aprendiz, neta), baseada no respeito ao legado e à sabedoria das tradições, para muito além de qualquer pertencimento religioso. Quem sabe não foi a partir desse encontro que comecei a praticar antropologia? Axé, amigo! Amém, mãe! Namastê, todos os mestres! 🕉️🏹🙏

RIOS JUNTOS
por Profa. Eliane Oliveira - 24/08/19

 
"Vou cair". É o que me dizem alunos novos, experimentando pela primeira vez as cordas do yoga Kurunta. Então, eu ouço o corpo. Tudo o que ele diz. Que sim e que não. Com muito carinho, cuidado e atenção. Quando ele diz que não, é não. Eu o acolho, como a uma criança (como também, por vezes, acolhi e acolho a mim mesma), e lhe digo (como, por vezes, me disse e me digo): "Calma, fica calmo. Está tudo bem. Faz só uma vez. E, se der, faz duas, faz três. Quando der, faz cinco, faz dez. E, se não der, está tudo bem!". Ele confia. Aos poucos, confia. Em si mesmo. Finalmente se entrega, sem perceber que se entregou. Quando não confia e não se entrega (há vezes em que o medo de si toma profundezas não conhecidas), tudo bem também. Não há lugar nenhum a se chegar a não ser aqui e agora, a que não se chega: se é. Mergulhar no que se é, é o caminho. E, é disso que se precisa ter coragem. De mergulhar no que se é. 
 
Por outro lado, após o chamado à calma, preciso voltar às palavras do aluno. Não posso não enxergar a luz que dali irrompeu. É ouro. Ao que creio, aquilo que sabe dentro de nós, fala-nos nas entrelinhas. Inspira-nos (leva-nos para dentro) para depois expirar-nos (levar-nos para fora). Repito, então, o que me disseram e estimulo-os a ouvir de uma maneira mais simbólica a sua própria fala: “Vou cair”. Quanto simbolismo há inscrito no corpo! O corpo disse: "Vou cair". Quanto aprendizado ele nos ensina em sendo ele mesmo. Tememos cair, perder o controle, perder as forças, sair da linha, errar a dose, ter pouco para dar, dar muito sem limite, sentir dor, quebrar a cabeça, escorregar, dar de cara no chão, ficar pra trás, fazer errado, ser incompleto. Que olhos são esses que nos vigiam e nos punem numa enorme pressão de composturas? Isso é o que nos contrai em contraturas. Cair, perder, ruir, fracassar, machucar. Errar. Desalinhar. Exagerar. Indo assim, um dia, a panela vai estourar, se essa dor de andar em linha reta não se encurvar. Como é isso na sua vida?

Então, do "vou cair", surgem variações mais divertidas. A gargalhada é uma delas. O corpo, posto em formas inesperadas, surpreende-se com a descarga energética acionada com o movimento de si mesmo. E ele ri. Ri espontaneamente. Só ri. Como se ali houvesse um riso esperando para ser rido, doido para manifestar o que foi calado e contido. Ele ri porque treme, porque sacode, porque desperta, vê e reconhece a presença de mais alguém além daquele "ego controlador" que pensava (temia e também, no fundo, queria) que “ia cair", “despedaçar-se”, “diminuir-se”, “ridicularizar-se”, "perder-se". O corpo balança. Que esquisito! Ele balança. A partir do riso e do estranhamento de si que não se conhecia, em geral, surge uma iluminação: “mesmo parecendo que vou cair, posso não cair", "e, se cair, o que é que tem cair?", "se cair, posso não me machucar", “se me machucar, não vou morrer”. Na sequencia, “ah, deixa eu cair!”. O corpo ri. Ri de como é preso. De como é medroso. De como é bobo. Ri de si mesmo. Diante da sua insegurança, agora sabe que é seguro. Ele ri e eu rio junto. Rios juntos. 🕉️Fluimos!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

A PIPOCA
Por Rubem Alves














“A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras que com as panelas. Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-mo a algo que poderia ter o nome de ‘culinária literária’. Já escrevi sobre as mais variadas entidades do mundo da cozinha: cebolas, ora-pro-nobis, picadinho de carne com tomate feijão e arroz, bacalhoada, suflês, sopas, churrascos. Cheguei mesmo a dedicar metade de um livro poético-filosófico a uma meditação sobre o filme A festa de Babette, que é uma celebração da comida como ritual de feitiçaria. Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como ‘chef’. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo – porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.


As comidas, para mim, são entidades oníricas. Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu. A pipoca, milho mirrado, grãos redondos e duros, me pareceu uma simples molecagem, brincadeira deliciosa, sem dimensões metafísicas ou psicanalíticas. Entretanto, dias atrás, conversando com uma paciente, ela mencionou a pipoca. E algo inesperado na minha mente aconteceu. Minhas idéias começaram a estourar como pipoca. Percebi, então, a relação metafórica entre a pipoca e o ato de pensar. Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível. A pipoca se revelou a mim, então, como um extraordinário objeto poético. Poético porque, ao pensar nelas, as pipocas, meu pensamento se pôs a dar estouros e pulos como aqueles das pipocas dentro de uma panela.


Lembrei-me do sentido religioso da pipoca. A pipoca tem sentido religioso? Pois tem. Para os cristãos, religiosos, são o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, a mistura de vida e alegria (porque vida, só vida, sem alegria, não é vida…). Pão e vinho devem ser bebidos juntos. Vida e alegria devem existir juntas. Lembrei-me, então, de lição que aprendi com a Mãe Stella, sábia poderosa do Candomblê baiano: que a pipoca é a comida sagrada do Candomblê…


A pipoca é um milho mirrado, sub-desenvolvido. Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a idéia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos. Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado. Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas!


E o que é que isso tem a ver com o Candomblê? É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa – voltar a ser crianças!


Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão – sofrimentos cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.


Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: pum! – e ela aparece como uma outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.


Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro. ‘Morre e transforma-te!’ – dizia Goethe.

Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. Meu amigo William, extraordinário professor-pesquisador da UNICAMP, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia as explicações científicas não valem. Por exemplo: em Minas ‘piruá’ é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: ‘Fiquei piruá!’ Mas acho que o poder metafórico dos piruás é muito maior. Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. Ignoram o dito de Jesus: ‘Quem preservar a sua vida perde-la-á.’ A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.


Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira”…

Alves, Rubem. In: O amor que acende a lua. São Paulo: Papirus Editora, 1999.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

YOGA NIDRA
Edição promocional Janeiro/Fevereiro 19
Amig@s, Namastê!

Para quem deseja iniciar esse ano estabelecendo novos propósitos para a vida:

Em Janeiro e Fevereiro, haverá Meditação/Relaxamento YOGA NIDRA no Uddiyana, numa edição com valores promocionais (abaixo da tabela corrente para essa prática ao longo do ano letivo).

Organizei três sessões por semana, nas terças e quintas, às 20h30, e sábados, às 9h. O trabalho completo é composto de 10 sessões, todas diferentes e independentes entre si.

Quem se interessar em participar, escreva-me por email ou pelo whatsapp 991431022 (profa. Eliane Oliveira) para a pré-inscrição e reserva da vaga.

YOGA NIDRA é um trabalho de reprogramação mental, através de meditação e relaxamento. Recomendado para pessoas que desejam sair de estados de insônia, estresse, ansiedade, medo, desânimo, e desenvolver pensamentos e atitudes positivas diante da vida, em relação a si e a outras situações, abrindo-se para viver novos rumos. 

Como é a prática?
O praticante permanece deitado durante todo o tempo da prática, enquanto a professora dá a ele instruções de conscientização das partes do corpo e visualização de imagens que possibilitam a liberação de conteúdos reprimidos no inconsciente. Após um relaxamento dirigido, é pedido ao praticante que, mentalmente, afirme por três vezes um propósito (uma frase curta, positiva de algo que você deseja experimentar na vida ou mudar. Em estado de relaxamento, é possível acessar instâncias mais profundas da mente e reprogramá-la.

Quando :
Janeiro: 22, 24, 26, 29, 31
Fevereiro: 02, 05, 07, 09, 12

Hora :
Terças e quintas, de 20h30 às 21h30
Sábados, de 9h às 10h

Local :
Espaço Uddiyana Yoga (Rua do Catete, 344/202 - Largo do Machado)

Investimento :
10 sessões = R$ 400,00
01 sessão (avulsa) = R$ 50,00
02 sessões seguidas = R$ 90,00
03 sessões seguidas = R$ 130,00



Espero vocês!
Abraços,
Eliane Oliveira 🌻